PCHs e CGHs no MRE: o prazo de 15 de dezembro de 2026 pode impactar sua receita em 2027

PCHs e CGHs no MRE: o prazo de 15 de dezembro de 2026 pode impactar sua receita em 2027

A partir de janeiro de 2027, usinas que não comprovarem corretamente a indisponibilidade hidrológica ou operacional poderão ter redução da energia alocada no MRE. Entenda o que muda, o que deve ser feito e os impactos financeiros envolvidos.

O QUE ESTÁ SENDO AFETADO
As novas regras da CCEE afetam diretamente PCHs e CGHs participantes do MRE que não são despachadas centralizadamente.
A mudança está relacionada à forma de cálculo dos componentes FC_MRE, IVV e DISP_VV, que passam a separar falta d’água de indisponibilidade técnica.


O QUE DEVERIA SER FEITO
Para estar adequada, a usina deve seguir alguns passos fundamentais:

RISCO DE NÃO ADEQUAÇÃO

  • Menor energia alocada no MRE;
  • Perda de rastreabilidade;
  • Risco de ajuste financeiro;
  • Necessidade de correções e ajustes posteriores

CONCLUSÃO

Para PCHs/ e CGHs no MRE a nova norma exige dados certificados da não geração – se decorre de hidrologia ou de indisponibilidade própria. A REN 1.154/2026 operacionaliza a REN 1.085/2024 nas regras de medição, garantia física e procedimentos de coleta / ajuste. Sem SMI, aplica-se a metodologia do art. 33-A, com potencial redução da garantia física apurada e da energia alocada no MRE A prioridade é implantação, integrar o sistema, certificar o SMI e validar o cadastro do ponto na CCEE antes do prazo regulatório.


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