O colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deve concluir a análise do pedido formulado pela BBCE para operar como administradora de mercado de balcão organizado, o que, caso seja aprovado, permitirá negociações de contratos de derivativos de energia, envolvendo transações bilaterais com risco de contraparte, registro e liquidação.

Os derivativos são contratos financeiros que derivam de um ativo (índice, preço, câmbio, ouro, entre outros). A operação é comum no mercado financeiro e é registrada na bolsa de valores de São Paulo (B3) e fiscalizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O BBCE espera iniciar a negociação de derivativos de energia em maio. Procurado o BBCE não se pronunciou sobre o assunto.

A BBCE investiu R$ 5 milhões para atender as exigências da CVM. A empresa promoveu algumas mudanças na governança, investiu em tecnologia, contratou um CEO com expertise no mercado financeiro e recentemente anunciou a executiva Daniela Faloppa como a diretoria de Tecnologia, com 27 anos atuando nas áreas de sistemas, produtos e operações financeiras, responsável pela estruturação tecnológica do Banco BMG.

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